.EB1 de Esqueiros - Vila Verde - Braga - Portugal Agrupamento de Escolas de Vila Verde
Pequenos Gestos, Grandes Sorrisos!!
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Segunda-feira, 7 de Março de 2011
História do projecto da escola: As descobertas da Valéria!

No âmbito do projecto da escola, "Viagem ao mundo das energias!" os alunos elaboraram uma história.

A Valéria é uma menina muito curiosa, que quer saber tudo sobre as coisas que a rodeiam, especialmente sobre o ambiente. No Jardim-de-infância já tinha descoberto que as flores, as árvores, as rochas, os rios, os mares… fazem parte do ambiente e que este está doente. Ele precisa de ajuda!

                           

Um dia, a Valéria estava no quarto a ler uma história e foi interrompida por uma voz vinda do candeeiro:

- Olá Valéria! Sabes quem sou eu?

- Tu?! Tu és o meu candeeiro de quarto que me iluminas todas as noites, para que eu possa ler as minhas histórias. - respondeu a Valéria.

- Sabes, que nem sempre foi assim.

- Não estou a perceber!... - disse a Valéria.

- Então, vou-te contar uma história do tempo dos teus bisavôs. Há muito, muito tempo, quando chegava a noite, as famílias juntavam-se para conviver, embora não houvesse luz como hoje, a luz eléctrica. As pessoas junto à lareira conversavam, bordavam… à luz de um candeeiro a petróleo.

- Petróleo! O que é isso? Então não se carregava no botão como eu faço contigo para te ligar?

- Não Valéria, antigamente, como já te disse, não havia luz eléctrica. Utilizava-se o petróleo, que se tira do fundo do mar ou da terra. As pessoas aproveitavam-no para iluminar a noite.

- A sério, isso era mesmo assim? As coisas que tu sabes! Fala-me mais sobre o passado.

- Olha Valéria, os comboios não eram o que hoje são. Necessitavam de carvão para andar, que também é um combustível. Mais tarde, descobriu-se que estes combustíveis (petróleo e carvão) não duram para sempre e poluem o ambiente. Foi então que se pensou em procurar outras fontes de energia.

- Tantas coisas que estou a aprender contigo!... Também tenho uma novidade para te contar. Sabes, na minha escola, vamos aprender a fazer pão com a avó da Beatriz. Eu até já levei farinha.

O candeeiro interrompeu:

- Que engraçado! A farinha, antigamente, era moída no moinho que, através da força do vento ou da água, transformava os grãos de milho e centeio em farinha.

- Conta-me, conta-me, estou curiosa por saber mais, quero ensinar os meus amiguinhos Esqueirinhos, lá na minha escola!

O candeeiro continuou:

- Hoje, a força da água (energia hidráulica) e do vento (energia eólica) são aproveitadas para a produção de energia eléctrica. É por isso que eu estou aqui.

Entretanto, a mãe da Valéria apareceu no quarto e mandou-a apagar o candeeiro, pois no dia seguinte, a família iria fazer um lindo passeio. Durante toda a noite a Valéria não dormiu, imaginou como seria o seu passeio… Seria mesmo fantástico, pensou.

Pela manhã, a Valéria dentro do carro observou a paisagem, as árvores, os rios, as flores… Ela ia muito contente e de repente perguntou:

- Ó mãe, o que é aquilo? Para que serve?

- É uma barragem. As barragens são feitas de forma a acumularem o máximo de água possível e depois a força da água (energia hidráulica) produz energia eléctrica. Sem electricidade não poderias usar o magalhães, ligar a televisão, nem podias ter os alimentos frescos no frigorífico!

- Podemos visitá-la? Anda lá, pai!

O pai levou-a até lá e explicou-lhe como tudo aquilo funcionava.

Mesmo ao lado da barragem, a Valéria viu uma casa amarela com painéis solares.

O pai explicou-lhe que os painéis solares (energia solar), produzem electricidade e calor, aquecem a água das casas… Contou-lhe que esta é uma energia renovável, que não polui o ambiente e não se esgota.

A Valéria ficou espantada e muito curiosa… e com vontade de aprender mais!!

- Como estás tão curiosa, com as energias renováveis, vou levar-te a um sítio para observares os aerogeradores. - disse o pai.

- Aerogeradores?! O que são?

- Os aerogeradores são movidos pela força do vento (energia eólica), para produzir energia eléctrica. Esta é uma energia renovável, que também não polui o ambiente e não se esgota.

Valéria estava encantada…

Numa vila perto do parque eólico estava a decorrer uma feira infantil, dedicada às novas energias. Vendiam-se maquetas, brinquedos, vira-ventos… Boa parte da pequenada alertava o público presente, para assuntos sérios, tais como: a preservação do ambiente (reciclagem, poupança de energia), a importância das energias renováveis...

- Valéria, tens aqui um presente! – disse o pai da Valéria.

- Um presente para mim?!!

- Sim, um presente especial UM ROBÔ ENERGÉTICO! Com ele poderás aprender tudo sobre as energias renováveis.

Valéria não pensou duas vezes, no dia seguinte, levou o robô para a escola, seria uma grande surpresa para todos.

Já na escola aproximou-se do robô e clicou num botão verde. O robô fez uns sinais sonoros e começou a falar:

- Olá a todos! Sou um robô amigo, querem fazer uma viagem comigo ao mundo das energias?

- Siiiim!!! – responderam todos.

- Existem dois tipos de energias: as renováveis e as não renováveis.

- Eu já ouvi falar das energias renováveis: a eólica, a solar, a hídrica, a biomassa, a geotérmica e marés. Estas são energias «limpas» e não prejudicam o ambiente. – disse o Nuno.

- Pois, pois… muito bem! E o petróleo, o gás natural, o carvão e o urânio, (os combustíveis fósseis), são fontes de energia não renováveis, são consideradas energias «sujas», uma vez que a sua utilização causa danos ao meio ambiente e à saúde pública. – acrescentou o robô.

- Eu também ouvi na televisão que a produção de petróleo só existirá para mais dez anos! – disse a Susana.

- E o seu preço vai continuar a aumentar e a fazer mal ao meio ambiente. – lembrou o Hugo.

- Se as energias limpas são as melhores, temos que avisar toda a gente. – disse o João Pedro.

O pequeno robô colocou a todos uma questão:

- Ó amiguinhos, terá o nosso planeta recursos suficientes e capazes de produzir energia no futuro?

Todos os alunos olharam curiosamente para o robô… e ele continuou…

- A utilização pouco eficiente da energia traz ameaças preocupantes para o Planeta. Sabiam Esqueirinhos? Caso não sejam encontradas novas soluções energéticas e se não se mudar o actual estilo de vida, o vosso futuro pode estar comprometido.

- Podemos um dia ficar sem luz durante a noite? E os carros não andarem? – perguntou o Jorge Rocha.

- Claro que sim. A solução para a crise energética está nas energias renováveis… as energias limpas, de que falámos à pouco.

Valéria pediu a palavra e perguntou:

- Então o que podemos fazer, para termos energia no futuro?

- Criem Brigadas Positivas, entrem no concurso Missão UP/Unidos pelo Planeta!! É uma ideia original que vos deixo. - disse o robô.

A professora disse que já tinha ouvido falar desse concurso e explicou:

- Todos nós podemos contribuir para um futuro melhor e minimizar a crise energética global! É necessário começar com pequenos gestos que, futuramente, mudarão o nosso quotidiano.

 

- Concordo professora, vamos todos salvar a nossa amiga Energia! Vamos mudar as nossas atitudes e comportamentos… Vamos ser amigos do Ambiente!! – gritou a Valéria.

- Siiiiiimm Valéria!! Estamos contigo!! – gritaram todos.

De seguida, cada aluno deu a sua sugestão, em prol da eficiência energética:

- Apaga as luzes, aproveitar ao máximo a luz natural;

- Utilizar lâmpadas económicas;

- Comprar electrodomésticos com maior eficiência energética;

- Ligar apenas uma televisão;

- Utilizar as máquinas de lavar com a carga completa;

- Desligar sempre o computador e aparelhagens;

- Investir num bom isolamento térmico nas casas;

- Andar mais a pé ou de bicicleta;

- Comprar carros movidos a baterias carregadas por electricidade gerada pelo vento;

- (…)

E assim terminou uma aula, onde as energias renováveis e a preservação do ambiente foram a temática dominante. Uma causa mil sorrisos!!

 

 

História elaborada pelos alunos JI e EB1 de Esqueiros, Janeiro 2011

 



publicado por esqueirinhos às 20:17
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
História do projecto da escola!

"A criança que não queria crescer"

Introdução:

Valéria vivia numa terra de sonho, (em Esqueiros) num jardim encantado, onde as plantas, os pássaros, as águas e os meninos como ela eram felizes. Valéria era uma menina muito pequenina e cheia de vida. Falava com os peixes, dançava com as borboletas, corria com os pássaros… e cheirava tão bem; como os frutos maduros. Um dia, ela decidiu que não queria crescer mais, porque se apercebeu que o nosso Planeta está doente por causa dos erros que os adultos cometem. Ao fim de algumas aventuras, ela muda de opinião e decide crescer e agir para salvar o Planeta Azul. Uma corrente de solidariedade é iniciada por Valéria na escola de Esqueiros e levada aos meninos da cidade de Braga, de Portugal, da Europa, do Mundo inteiro (até aos EUA e à China). Quando os homens e mulheres de todo o mundo ouvirem a mensagem da Valéria… podem imaginar como ficarão?

                              

A mãe da Valéria muitas vezes punha-se a observá-la… e com muito orgulho pensava:
- A minha pequenina parece uma princesa!
Para ela, uma princesa era uma menina vestida de azul, que fazia o que queria num jardim onde as flores são sempre belas e os frutos sempre maduros. E Valéria era uma menina feliz: o sol do amor da mãe fazia-a viver num jardim sempre cheio de flores e de frutos.
                       
Valéria tinha uma boneca muito pequenina, mas muito bonita, que fechava e abria os olhos. Também tinha um cão a quem por vezes batia, mas ele nem sequer se zangava.
Pela manhã, acordava sempre bem-disposta, tomava o pequeno-almoço e já com o corpo cheio de vitaminas ia para a escola. À tardinha, Valéria fazia os deveres na cozinha bem aconchegante. O cão dormia a seus pés, resmungando de vez em quando e agitando as patas, como se estivesse a correr em sonhos. À noite, tinha um segredo para a sua boa disposição, lavava os dentes, e sempre à mesma hora ia para a caminha ler um livro antes de adormecer.

Um dia, levaram a Valéria ao cinema ver um filme a cores. Talvez fosse A Gata Borralheira ou A Bela Adormecida. Não me recordo. Só sei que antes do filme mais longo, passaram um outro, mais curto. Era estranho e horrível, e chamava-se ACTUALIDADES.

Valéria no ecrã viu os perigos que o Planeta Terra atravessa… a poluição, os incêndios, a falta de água… homens a tentarem sobreviver a cheias, viu casas a desmoronarem-se em chamas, uma menina a chorar no meio dos destroços… viu animais a morrer cruelmente…

Valéria foi levada para casa e como não quis jantar deitaram-na na cama com a sua bela boneca. Mas nada nem ninguém podia desfazer aquelas imagens da memória e ela chorou toda a noite…

A partir daquele dia, Valéria não foi mais a mesma. A mãe via-a a emagrecer e a enfraquecer e todo o seu amor era impotente perante a tristeza da menina. Valéria não esquecia as faces tristes das crianças do ecrã. Às escondidas, lia os jornais que contam as histórias tristes do nosso Planeta Azul. Da biblioteca trazia dezenas de livros sobre as problemáticas do ambiente. Procurou informar-se sobre alguns temas: a destruição da camada de ozono, o aquecimento global, as alterações climáticas, falta de água, o desaparecimento de florestas e de algumas espécies de animais…

                                  

Valéria percebeu que esta é uma realidade preocupante e ficou muito triste… percebeu também que é o “homem” o grande causador destes problemas e se todos continuarem a agir de igual modo… não haverá mais jardins encantados (igual ao dela) onde as crianças brincam como princesas.
Durante semanas a fio, Valéria deixou a boneca no berço com os olhos fechados. O cão queria brincar com ela, mas a menina acariciava-o com um ar distraído. Quando o animal via os seus olhos tristes (os cães sabem ler os olhos), ia deitar-se, escondido, num canto.
Chamaram o médico, que examinou longamente Valéria e declarou que a menina não estava doente. Precisava apenas de se distrair. Mas é bem difícil distrair uma menina que não se interessa por nada. Sempre que lhe faziam uma pergunta, Valéria respondia:
— Não quero crescer, não quero crescer! Não quero ser adulta!
Ninguém compreendia. Em geral, todas as meninas querem crescer. Ninguém percebia do que Valéria tinha medo… O que Valéria queria, era refugiar-se no jardim da sua infância.  
O Verão passou, e as aulas iam começar. A mãe de Valéria esperava que a escola devolvesse de novo a sua filha, mais feliz e alegre como sempre foi. Começou a preparar as roupas de Inverno, mas deu-se conta de que não seriam precisos arranjos ou roupas novas. Valéria DEIXARA DE CRESCER.
A mãe, aflita, media a filha todos os meses. Mas a menina nunca ultrapassava a marca da Primavera anterior, a marca que tinha sido feita no dia do seu aniversário. Todos estavam aterrados. Apenas Valéria se sentia encantada. Queria tanto deixar de crescer! Tinha-o pedido aos pássaros, às nuvens, às borboletas.
    
E o seu desejo tinha sido satisfeito: não mais deixaria o seu jardim encantado. Tinha pena de não estrear vestidos novos, mas o que era isso comparado com ficar pequenina para sempre, bem junto da mãe, do cão e da boneca?
Os meses passaram e as pessoas habituaram-se a ver a Valéria sempre pequenina (as pessoas habituam-se depressa com o que acontece aos outros).
                      
Durante um ano, dois anos, três anos, nada mudou. Valéria lia, lia muito. O cão tornou-se mais sossegado, um pouco menos brincalhão (três anos na vida de um cão notam-se bem), e a boneca, à força de ser tantas vezes vestida e despida, ficou com os braços um pouco descolados. A acácia do pátio tinha crescido tanto que a Valéria via os seus ramos da janela do quarto. A mãe tinha-se resignado a ter uma filha que já não cresceria. Mas o sonho de todas as mães não é ter filhos que cresçam?
Um dia, no recreio da escola, Valéria quis juntar-se a um divertido grupo de colegas que brincavam. Mas uma menina já bastante crescida, disse-lhe:
— Tu não podes brincar connosco; és muito pequena!
                                   
Valéria sentiu-se aterrada, envergonhada e voltou para a sala sozinha e interrogou-se como poderiam elas ser tão cruéis.
Determinada, Valéria voltou ao recreio (a professora segui-a, as professoras percebem logo quando as coisas não estão bem) e pediu que a ouvissem:
- Minhas amigas quero que me ouçam, a vossa atitude não foi correcta, trataram-me com desprezo e excluíram-me das vossas brincadeiras só porque sou pequenina. Pois vim aqui dizer-vos algo muito importante, é convosco que eu quero brincar porque sois vós as minhas melhores amigas.
(De cabeças baixas ouviram-na em silêncio… a professora ouviu também.)
- "O que estão a ver é só o exterior... o mais importante é invisível" já dizia Antoine de Saint-Exupéry. O que realmente importa é o nosso interior, o tipo de meninos e meninas que somos. Se somos bons uns com os outros. Se temos a capacidade de respeitar as diferenças. Interessa é a nossa capacidade de dar aos outros, quer seja um sorriso, ou uma palavra bonita. O que importa é a nossa capacidade de dar a mão!
(Valéria voltou para a sala, o recreio tinha terminado…)
As colegas entraram na sala, abraçaram-na e pediram-lhe muitas desculpas. Foi um gesto muito simples mas muito bonito que encheu Valéria de felicidade.
Talvez tenha sido nessa mesma tarde que se deu conta de que o cão se tornara demasiado sereno e a boneca demasiado velha. Correu para casa com o seu coração cheio de confiança.
Em casa continuou a ler tudo o que encontrava: jornais, revistas, e muitos livros sobre ecologia. A mãe tinha mesmo de se impor para que ela apagasse a luz à noite. Nos livros, a Valéria descobria um mundo cheio de pesadelos, como os das Actualidades, mas nesse dia descobriu um mundo cheio de sonhos e de esperança.

                              
“Salve o Planeta Terra!
Ecologia é o estudo das relações dos seres vivos (plantas, animais, seres humanos) entre si e com o meio ambiente. É através da Ecologia que aprendemos a lidar com o meio ambiente, preservar o nosso planeta, cuidar dos animais, economizar agua, etc. Muitos adultos não se preocupam com o meio ambiente, e as crianças podem dar bons exemplos, aprendendo desde pequeninos a preservar o planeta que é delas; com isso elas estarão a cuidar do próprio futuro. O planeta tem enfrentado muitos problemas de aquecimento, destruição florestal, instabilidades climáticas, tudo por irresponsabilidade do ‘Homem’, e se não cuidarmos dele, num futuro próximo ele poderá não mais existir. Por isso é importante a consciencialização das crianças para um mundo melhor e mais puro!!”


Valéria sentiu-se tão confiante… que na manhã seguinte acordou a cantar. Ainda em camisa de dormir e descalça, foi até à janela, (aberta para o Sol) e gritou:
— Quero crescer, ouviste SOL, QUERO CRESCER!!

                    

Eufórica e ainda descalça correu pelo jardim… atrás das borboletas e dos pássaros… rebolou na relva, subiu às árvores, chamou a chuva, o vento, de novo o Sol, ela corria sem parar… e exclamava:
                
— Quero crescer, quero crescer!! Quero crescer saudável!!!
As aulas estavam prestes a começar, Valéria voltou para casa mas, quando quis vestir-se, deu conta que os sapatos já não lhe serviam. Enfiou-se a custo no vestido, que rebentou pelas costuras, que lhe ficava ridiculamente curto. VALÉRIA TINHA CRESCIDO!
A mãe, espantada, ao vê-la desatou a gritar e caiu em cima do cão. E todos reagiram como quando a Valéria deixara de crescer, porque ambas as situações eram igualmente inexplicáveis.
Valéria tentou compensar o tempo perdido, tornando-se uma bela menina, mais feliz e determinada. Como havia reencontrado o seu caminho, agora via tudo com mais clareza.
De regresso à escola, (e com a autorização da professora) propôs uma aula de ecologia aos seus amigos:
- E nós podemos e devemos agir! Querem começar já hoje a salvar o nosso Planeta Azul?
Ela tinha um Segredo na Palma da Mão, há muito tempo guardado no seu coração...
(Ela iria aparecer no grande ecrã, como o das Actualidades)
Valéria agitará uma varinha mágica sobre todo o mundo!!!

Paul Éluard
L’enfant qui ne voulait pas grandir
Paris, Pocket Jeunesse, 1999
(tradução e adaptação)
Adaptado pelos esqueirinhos, 2009
EB1 de Esqueiros, Vila Verde

 



publicado por esqueirinhos às 18:41
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Quarta-feira, 17 de Março de 2010
Hábitos saudáveis IV

 Bons hábitos

  - Comer bem

 Bons hábitos

  - Caminhar

 



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Segunda-feira, 1 de Março de 2010
Hábitos Saudáveis levados a sério!!

Os alunos do JI e EB1 de Esqueiros realizaram, no dia 26 de Fevereiro, mais uma actividade de articulação, a "Animação dos Recreios".

A enfermeira Carmo, mãe da Inês, preparou uma aula diferente e divertida sobre os hábitos saudáveis.

Apresentou um cartaz bastante interessante, realçando nele todos os bons hábitos a seguir.

Os alunos tiveram oportunidade de dialogarem entre si, colocarem novas questões e esclarecerem as suas dúvidas.

Aqui ficam algumas dicas

Respeitar pessoas e o ambiente

Respeitar para ser respeitado!!

Respeitar os professores, pais, colegas, funcionárias, os mais velhos... e o AMBIENTE que é de todos nós...

... as diferenças dos outros, as normas da família e da sociedade...

 Exercício físico

Ajuda a crescer mais saudável,

Ajuda a desenvolver os músculos,

Previne o aparecimento de doenças,

Trabalho e Lazer 

Saber estudar, rir, brincar e conversar.

 Higiene e Saúde

Estar limpo e cheirar bem é agradável para os outros e para nós mesmos.

Não te esqueças:

toma banho todos os dias, veste roupa lavada, lava as mãos com frequência, lava os dentes, após as refeições…

Alimentação

Fazer 5-6 refeições por dia,

Comer legumes e frutos frescos,

Beber leite e água,

Evitar doces e salgados,

O pequeno-almoço é a refeição mais importante!!!

Porquê??

Estarás mais atento, consegues aprender melhor, serás mais saudável!!

Sono e descanso

Dormir bem é fundamental!

Dormir bem, para aprender bem!

Segurança

Seguir os conselhos dos adultos,

Evitar jogos violentos,

Evitar lutas com os colegas,

Não falar com os estranhos,

Atravessar a rua na passadeira,

 

                Agradecemos à mamã Carmo os conselhos úteis que nos deu.

 



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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
Valéria e os hábitos saudáveis

 Depois de lermos a história, “A criança que não queria crescer”, realizámos um cartaz sobre os hábitos saudáveis.

Nesse cartaz dividimos o tema em sub-temas:

respeito das regras em sociedade;

alimentação saudável;

o exercício físico;

higiene do corpo

e protecção do ambiente.

Dividimo-nos em grupos e cada grupo trabalhou um sub-tema.

Assim, todos trabalhámos e aprendemos os hábitos saudáveis.

 



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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
Mudar de hábitos, desafio positivo

Mães prepararam um teatro para a "Animação dos Recreios"

(Em casa...)

Mãe - Zezinho, anda, já podes vir tomar o pequeno almoço!
Zezinho - (Zezinho entra triste na cozinha cheio de sono e de cabeça baixa…)
Mãe - Não queres tomar o pequeno-almoço?! É sempre a mesma coisa Zezinho!!!
Zezinho - Não!! Não quero, não quero comer nada (chora)!
Mãe - Pára de chorar, chorão! O pequeno almoço é uma das refeições mais importantes, o pequeno almoço dá-te energia para aprender na escola. Ou queres ir para a escola em jejum?
Zezinho - Não tenho fome!! Como depois o lanche na escola… (chora)!
Mãe - Tens que comer para cresceres forte e saudável ou queres ser sempre pequeno como a Valéria?
Zezinho - Não tenho fome!! (chora)
(Zezinho vai para a escola sem tomar o pequeno-almoço… e a mãe fica preocupada...)
(Já na escola…)
Professora - Hoje vamos falar de hábitos saudáveis. Têm hábitos saudáveis meninos?
Zezinho - Eu tenho! (põe o dedo no ar)
Professora - Então diz-me lá quais são os teus hábitos saudáveis?
Zezinho - Não me lembro, esqueci-me…
Professora - Não te lembras? E se perguntar quais são os teus Maus Hábitos, tu sabes?
Zezinho - Sei… não lavo os dentes, nem gosto de tomar banho.
Professora - Fazes mal, esses são dois hábitos de higiene importantes. Então de que gostas?
Zezinho - De ver televisão até tarde e comer batatas fritas e chocolates.
Professora - Tens que mudar esses hábitos!! Em tua casa não há horários para ires para a cama?
Zezinho - A minha mãe manda-me ir para o quarto dormir e eu ligo a televisão e como batatas fritas e chocolates, que tenho debaixo da cama.
Professora - Fazes muito mal. Todas as crianças deveriam ter horas certas para ir para a cama dormir. E de manhã não é difícil saíres da cama?
Zezinho - De manhã gostava de dormir até ao meio dia.
Professora- Ai Zezinho, Zezinho… E as refeições? Na tua casa respeitam as horas das refeições? Tomas o pequeno almoço todos os dias?
Zezinho - Ó senhora professora, claro que não, de manhã ainda tenho a barriga cheia de batatinhas…
Professora - Vejo que também não tens bons hábitos alimentares. A nossa saúde depende daquilo que comemos.
Zezinho - Eu como de tudo… só não gosto de leite, alface, tomate, couves e feijão.
Professora -E de sopa gostas?
Zezinho - Não, não gosto nada… então quando tem couves, nem pensar.
Professora- Vejo que és um menino com muitos maus hábitos. Então o teu quarto deve andar sempre muito desarrumado, com muitas batatas fritas debaixo da cama…
Zezinho -  As batatinhas são tão boas! Ah... e aqueles chocolates é de chorar por mais!!
Professora- Para o bem da tua saúde tens que mudar os teus hábitos e comportamentos, ouviste Zezinho?!
Zezinho - Sim professora…
Professora - Meninos, agora falo para todos, para o bem-estar do nosso corpo é fundamental manter hábitos equilibrados, que nos ajudem a crescer saudáveis.
Tenho uma ideia, proponho que ao longo deste 2º período se investigue, em cada um de nós, os nossos maus hábitos para os podermos corrigir. Conto convosco. Mãos à obra!!

Personagens: Professora - Carla Simões (representante dos pais); Mãe - Rosa Caridade; Zezinho - Manuela Margarida;

                             Obrigado mamãs!!!

 



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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010
História do projecto da escola!

"A criança que não queria crescer"

Introdução:

         Valéria vivia numa terra de sonho, (em Esqueiros) num jardim encantado, onde as plantas, os pássaros, as águas e os meninos como ela eram felizes. Valéria era uma menina muito pequenina e cheia de vida. Falava com os peixes, dançava com as borboletas, corria com os pássaros… e cheirava tão bem; como os frutos maduros. Um dia, ela decidiu que não queria crescer mais, porque se apercebeu que o nosso Planeta está doente por causa dos erros que os adultos cometem. Ao fim de algumas aventuras, ela muda de opinião e decide crescer e agir para salvar o Planeta Azul. Uma corrente de solidariedade é iniciada por Valéria na escola de Esqueiros e levada aos meninos da cidade de Braga, de Portugal, da Europa, do Mundo inteiro (até aos EUA e à China). Quando os homens e mulheres de todo o mundo ouvirem a mensagem da Valéria… podem imaginar como ficarão?

 

                                                         

A mãe da Valéria muitas vezes punha-se a observá-la… e com muito orgulho pensava:
- A minha pequenina parece uma princesa!
Para ela, uma princesa era uma menina vestida de azul, que fazia o que queria num jardim onde as flores são sempre belas e os frutos sempre maduros. E Valéria era uma menina feliz: o sol do amor da mãe fazia-a viver num jardim sempre cheio de flores e de frutos.
                               
Valéria tinha uma boneca muito pequenina, mas muito bonita, que fechava e abria os olhos. Também tinha um cão a quem por vezes batia, mas ele nem sequer se zangava.
Pela manhã, acordava sempre bem-disposta, tomava o pequeno-almoço e já com o corpo cheio de vitaminas ia para a escola. À tardinha, Valéria fazia os deveres na cozinha bem aconchegante. O cão dormia a seus pés, resmungando de vez em quando e agitando as patas, como se estivesse a correr em sonhos. À noite, tinha um segredo para a sua boa disposição, lavava os dentes, e sempre à mesma hora ia para a caminha ler um livro antes de adormecer.

         Um dia, levaram a Valéria ao cinema ver um filme a cores. Talvez fosse A Gata Borralheira ou A Bela Adormecida. Não me recordo. Só sei que antes do filme mais longo, passaram um outro, mais curto. Era estranho e horrível, e chamava-se ACTUALIDADES.

         Valéria no ecrã viu os perigos que o Planeta Terra atravessa… a poluição, os incêndios, a falta de água… homens a tentarem sobreviver a cheias, viu casas a desmoronarem-se em chamas, uma menina a chorar no meio dos destroços… viu animais a morrer cruelmente…

         Valéria foi levada para casa e como não quis jantar deitaram-na na cama com a sua bela boneca. Mas nada nem ninguém podia desfazer aquelas imagens da memória e ela chorou toda a noite…

         A partir daquele dia, Valéria não foi mais a mesma. A mãe via-a a emagrecer e a enfraquecer e todo o seu amor era impotente perante a tristeza da menina. Valéria não esquecia as faces tristes das crianças do ecrã. Às escondidas, lia os jornais que contam as histórias tristes do nosso Planeta Azul. Da biblioteca trazia dezenas de livros sobre as problemáticas do ambiente. Procurou informar-se sobre alguns temas: a destruição da camada de ozono, o aquecimento global, as alterações climáticas, falta de água, o desaparecimento de florestas e de algumas espécies de animais…

                                               

Valéria percebeu que esta é uma realidade preocupante e ficou muito triste… percebeu também que é o “homem” o grande causador destes problemas e se todos continuarem a agir de igual modo… não haverá mais jardins encantados (igual ao dela) onde as crianças brincam como princesas.
Durante semanas a fio, Valéria deixou a boneca no berço com os olhos fechados. O cão queria brincar com ela, mas a menina acariciava-o com um ar distraído. Quando o animal via os seus olhos tristes (os cães sabem ler os olhos), ia deitar-se, escondido, num canto.                                                       
Chamaram o médico, que examinou longamente Valéria e declarou que a menina não estava doente. Precisava apenas de se distrair. Mas é bem difícil distrair uma menina que não se interessa por nada. Sempre que lhe faziam uma pergunta, Valéria respondia:  
— Não quero crescer, não quero crescer! Não quero ser adulta!
Ninguém compreendia. Em geral, todas as meninas querem crescer. Ninguém percebia do que Valéria tinha medo… O que Valéria queria, era refugiar-se no jardim da sua infância.   
O Verão passou, e as aulas iam começar. A mãe de Valéria esperava que a escola devolvesse de novo a sua filha, mais feliz e alegre como sempre foi. Começou a preparar as roupas de Inverno, mas deu-se conta de que não seriam precisos arranjos ou roupas novas. Valéria DEIXARA DE CRESCER.
A mãe, aflita, media a filha todos os meses. Mas a menina nunca ultrapassava a marca da Primavera anterior, a marca que tinha sido feita no dia do seu aniversário. Todos estavam aterrados. Apenas Valéria se sentia encantada. Queria tanto deixar de crescer! Tinha-o pedido aos pássaros, às nuvens, às borboletas.
       
E o seu desejo tinha sido satisfeito: não mais deixaria o seu jardim encantado. Tinha pena de não estrear vestidos novos, mas o que era isso comparado com ficar pequenina para sempre, bem junto da mãe, do cão e da boneca?
Os meses passaram e as pessoas habituaram-se a ver a Valéria sempre pequenina (as pessoas habituam-se depressa com o que acontece aos outros).
                                 
Durante um ano, dois anos, três anos, nada mudou. Valéria lia, lia muito. O cão tornou-se mais sossegado, um pouco menos brincalhão (três anos na vida de um cão notam-se bem), e a boneca, à força de ser tantas vezes vestida e despida, ficou com os braços um pouco descolados. A acácia do pátio tinha crescido tanto que a Valéria via os seus ramos da janela do quarto. A mãe tinha-se resignado a ter uma filha que já não cresceria. Mas o sonho de todas as mães não é ter filhos que cresçam?
Um dia, no recreio da escola, Valéria quis juntar-se a um divertido grupo de colegas que brincavam. Mas uma menina já bastante crescida, disse-lhe:
— Tu não podes brincar connosco; és muito pequena!
                             
Valéria sentiu-se aterrada, envergonhada e voltou para a sala sozinha e interrogou-se como poderiam elas ser tão cruéis.
Determinada, Valéria voltou ao recreio (a professora segui-a, as professoras percebem logo quando as coisas não estão bem) e pediu que a ouvissem:
- Minhas amigas quero que me ouçam, a vossa atitude não foi correcta, trataram-me com desprezo e excluíram-me das vossas brincadeiras só porque sou pequenina. Pois vim aqui dizer-vos algo muito importante, é convosco que eu quero brincar porque sois vós as minhas melhores amigas.
(De cabeças baixas ouviram-na em silêncio… a professora ouviu também.)
- "O que estão a ver é só o exterior... o mais importante é invisível" já dizia Antoine de Saint-Exupéry. O que realmente importa é o nosso interior, o tipo de meninos e meninas que somos. Se somos bons uns com os outros. Se temos a capacidade de respeitar as diferenças. Interessa é a nossa capacidade de dar aos outros, quer seja um sorriso, ou uma palavra bonita. O que importa é a nossa capacidade de dar a mão!
(Valéria voltou para a sala, o recreio tinha terminado…)
As colegas entraram na sala, abraçaram-na e pediram-lhe muitas desculpas. Foi um gesto muito simples mas muito bonito que encheu Valéria de felicidade.
Talvez tenha sido nessa mesma tarde que se deu conta de que o cão se tornara demasiado sereno e a boneca demasiado velha. Correu para casa com o seu coração cheio de confiança.
Em casa continuou a ler tudo o que encontrava: jornais, revistas, e muitos livros sobre ecologia. A mãe tinha mesmo de se impor para que ela apagasse a luz à noite. Nos livros, a Valéria descobria um mundo cheio de pesadelos, como os das Actualidades, mas nesse dia descobriu um mundo cheio de sonhos e de esperança.

                                        
          “Salve o Planeta Terra!
         Ecologia é o estudo das relações dos seres vivos (plantas, animais, seres humanos) entre si e com o meio ambiente. É através da Ecologia que aprendemos a lidar com o meio ambiente, preservar o nosso planeta, cuidar dos animais, economizar agua, etc. Muitos adultos não se preocupam com o meio ambiente, e as crianças podem dar bons exemplos, aprendendo desde pequeninos a preservar o planeta que é delas; com isso elas estarão a cuidar do próprio futuro. O planeta tem enfrentado muitos problemas de aquecimento, destruição florestal, instabilidades climáticas, tudo por irresponsabilidade do ‘Homem’, e se não cuidarmos dele, num futuro próximo ele poderá não mais existir. Por isso é importante a consciencialização das crianças para um mundo melhor e mais puro!!”


Valéria sentiu-se tão confiante… que na manhã seguinte acordou a cantar. Ainda em camisa de dormir e descalça, foi até à janela, (aberta para o Sol) e gritou:
— Quero crescer, ouviste SOL, QUERO CRESCER!!

                              

Eufórica e ainda descalça correu pelo jardim… atrás das borboletas e dos pássaros… rebolou na relva, subiu às árvores, chamou a chuva, o vento, de novo o Sol, ela corria sem parar… e exclamava:
                          
 — Quero crescer, quero crescer!! Quero crescer saudável!!!
As aulas estavam prestes a começar, Valéria voltou para casa mas, quando quis vestir-se, deu conta que os sapatos já não lhe serviam. Enfiou-se a custo no vestido, que rebentou pelas costuras, que lhe ficava ridiculamente curto. VALÉRIA TINHA CRESCIDO!
A mãe, espantada, ao vê-la desatou a gritar e caiu em cima do cão. E todos reagiram como quando a Valéria deixara de crescer, porque ambas as situações eram igualmente inexplicáveis.
Valéria tentou compensar o tempo perdido, tornando-se uma bela menina, mais feliz e determinada. Como havia reencontrado o seu caminho, agora via tudo com mais clareza. 
De regresso à escola, (e com a autorização da professora) propôs uma aula de ecologia aos seus amigos:
- E nós podemos e devemos agir! Querem começar já hoje a salvar o nosso Planeta Azul?
 Ela tinha um Segredo na Palma da Mão, há muito tempo guardado no seu coração...
(Ela iria aparecer no grande ecrã, como o das Actualidades)
Valéria agitará uma varinha mágica sobre todo o mundo!!!

Paul Éluard
L’enfant qui ne voulait pas grandir
Paris, Pocket Jeunesse, 1999
(tradução e adaptação)
Adaptado pelos esqueirinhos, 2009
EB1 de Esqueiros, Vila Verde

 



publicado por esqueirinhos às 19:39
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010
Hábitos saudáveis III

Os hábitos alimentares são decisivos para a nossa saúde.

Uma má alimentação pode contribuir, entre outros, para a obesidade, um dos maiores problemas de saúde pública. Alterar pequenos hábitos e comportamentos pode fazer a diferença para a nossa saúde.

 Bons hábitos

 - Na alimentação

 Bons hábitos

 - Na alimentação

 

      Mudar de hábitos, um desafio positivo!!

 



publicado por esqueirinhos às 17:36
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Hábitos saudáveis II

 Bons hábitos

 - Na escola

 Bons hábitos

 - Limpa e arruma o teu quarto

 



publicado por esqueirinhos às 20:18
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010
Hábitos saudáveis I

 Bons hábitos

 - Respeitar as opiniões

 Bons hábitos

  - Ouvir os outros

 



publicado por esqueirinhos às 19:02
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