.EB1 de Esqueiros - Vila Verde - Braga - Portugal Agrupamento de Escolas de Vila Verde
Pequenos Gestos, Grandes Sorrisos!!
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Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2011
Um gesto de amizade?

O que dizer quando somos surpreendidos por um gesto lindo que nos emociona?

 



publicado por esqueirinhos às 17:00
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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010
Amigos, juntos cantam os "Parabéns a você"!!!

Parabéns a você nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida....

                      ...para as meninas Célia e Lurdes
                                                            uma salva de palmas!!!

Alunos JI e EB1 de Esqueiros, 14-10-2010

 



publicado por esqueirinhos às 01:18
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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010
Solidariedade entre amigos!!!

Muita amizade e camaradagem entre amigos… isto é tão bom!!

Mauro ajuda a Lara, menina do 1º ano

 



publicado por esqueirinhos às 23:40
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Sábado, 29 de Maio de 2010
A minha mana já nasceu!!

Notícia de última hora...

A minha irmã chama-se Sara e nasceu dia 24 de Maio.

A Sara é muito pequenina e muito dorminhoca.
Ela é muito mamona e faz muito cocó.
É muito fofinha e muito querida.
Eu gosto muito dela...

Inês Mota, 1º ano

 

 

(Filhas do Sr. Presidente da Junta de Esqueiros)

 

 



publicado por esqueirinhos às 12:55
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
História do projecto da escola!

"A criança que não queria crescer"

Introdução:

Valéria vivia numa terra de sonho, (em Esqueiros) num jardim encantado, onde as plantas, os pássaros, as águas e os meninos como ela eram felizes. Valéria era uma menina muito pequenina e cheia de vida. Falava com os peixes, dançava com as borboletas, corria com os pássaros… e cheirava tão bem; como os frutos maduros. Um dia, ela decidiu que não queria crescer mais, porque se apercebeu que o nosso Planeta está doente por causa dos erros que os adultos cometem. Ao fim de algumas aventuras, ela muda de opinião e decide crescer e agir para salvar o Planeta Azul. Uma corrente de solidariedade é iniciada por Valéria na escola de Esqueiros e levada aos meninos da cidade de Braga, de Portugal, da Europa, do Mundo inteiro (até aos EUA e à China). Quando os homens e mulheres de todo o mundo ouvirem a mensagem da Valéria… podem imaginar como ficarão?

                              

A mãe da Valéria muitas vezes punha-se a observá-la… e com muito orgulho pensava:
- A minha pequenina parece uma princesa!
Para ela, uma princesa era uma menina vestida de azul, que fazia o que queria num jardim onde as flores são sempre belas e os frutos sempre maduros. E Valéria era uma menina feliz: o sol do amor da mãe fazia-a viver num jardim sempre cheio de flores e de frutos.
                       
Valéria tinha uma boneca muito pequenina, mas muito bonita, que fechava e abria os olhos. Também tinha um cão a quem por vezes batia, mas ele nem sequer se zangava.
Pela manhã, acordava sempre bem-disposta, tomava o pequeno-almoço e já com o corpo cheio de vitaminas ia para a escola. À tardinha, Valéria fazia os deveres na cozinha bem aconchegante. O cão dormia a seus pés, resmungando de vez em quando e agitando as patas, como se estivesse a correr em sonhos. À noite, tinha um segredo para a sua boa disposição, lavava os dentes, e sempre à mesma hora ia para a caminha ler um livro antes de adormecer.

Um dia, levaram a Valéria ao cinema ver um filme a cores. Talvez fosse A Gata Borralheira ou A Bela Adormecida. Não me recordo. Só sei que antes do filme mais longo, passaram um outro, mais curto. Era estranho e horrível, e chamava-se ACTUALIDADES.

Valéria no ecrã viu os perigos que o Planeta Terra atravessa… a poluição, os incêndios, a falta de água… homens a tentarem sobreviver a cheias, viu casas a desmoronarem-se em chamas, uma menina a chorar no meio dos destroços… viu animais a morrer cruelmente…

Valéria foi levada para casa e como não quis jantar deitaram-na na cama com a sua bela boneca. Mas nada nem ninguém podia desfazer aquelas imagens da memória e ela chorou toda a noite…

A partir daquele dia, Valéria não foi mais a mesma. A mãe via-a a emagrecer e a enfraquecer e todo o seu amor era impotente perante a tristeza da menina. Valéria não esquecia as faces tristes das crianças do ecrã. Às escondidas, lia os jornais que contam as histórias tristes do nosso Planeta Azul. Da biblioteca trazia dezenas de livros sobre as problemáticas do ambiente. Procurou informar-se sobre alguns temas: a destruição da camada de ozono, o aquecimento global, as alterações climáticas, falta de água, o desaparecimento de florestas e de algumas espécies de animais…

                                  

Valéria percebeu que esta é uma realidade preocupante e ficou muito triste… percebeu também que é o “homem” o grande causador destes problemas e se todos continuarem a agir de igual modo… não haverá mais jardins encantados (igual ao dela) onde as crianças brincam como princesas.
Durante semanas a fio, Valéria deixou a boneca no berço com os olhos fechados. O cão queria brincar com ela, mas a menina acariciava-o com um ar distraído. Quando o animal via os seus olhos tristes (os cães sabem ler os olhos), ia deitar-se, escondido, num canto.
Chamaram o médico, que examinou longamente Valéria e declarou que a menina não estava doente. Precisava apenas de se distrair. Mas é bem difícil distrair uma menina que não se interessa por nada. Sempre que lhe faziam uma pergunta, Valéria respondia:
— Não quero crescer, não quero crescer! Não quero ser adulta!
Ninguém compreendia. Em geral, todas as meninas querem crescer. Ninguém percebia do que Valéria tinha medo… O que Valéria queria, era refugiar-se no jardim da sua infância.  
O Verão passou, e as aulas iam começar. A mãe de Valéria esperava que a escola devolvesse de novo a sua filha, mais feliz e alegre como sempre foi. Começou a preparar as roupas de Inverno, mas deu-se conta de que não seriam precisos arranjos ou roupas novas. Valéria DEIXARA DE CRESCER.
A mãe, aflita, media a filha todos os meses. Mas a menina nunca ultrapassava a marca da Primavera anterior, a marca que tinha sido feita no dia do seu aniversário. Todos estavam aterrados. Apenas Valéria se sentia encantada. Queria tanto deixar de crescer! Tinha-o pedido aos pássaros, às nuvens, às borboletas.
    
E o seu desejo tinha sido satisfeito: não mais deixaria o seu jardim encantado. Tinha pena de não estrear vestidos novos, mas o que era isso comparado com ficar pequenina para sempre, bem junto da mãe, do cão e da boneca?
Os meses passaram e as pessoas habituaram-se a ver a Valéria sempre pequenina (as pessoas habituam-se depressa com o que acontece aos outros).
                      
Durante um ano, dois anos, três anos, nada mudou. Valéria lia, lia muito. O cão tornou-se mais sossegado, um pouco menos brincalhão (três anos na vida de um cão notam-se bem), e a boneca, à força de ser tantas vezes vestida e despida, ficou com os braços um pouco descolados. A acácia do pátio tinha crescido tanto que a Valéria via os seus ramos da janela do quarto. A mãe tinha-se resignado a ter uma filha que já não cresceria. Mas o sonho de todas as mães não é ter filhos que cresçam?
Um dia, no recreio da escola, Valéria quis juntar-se a um divertido grupo de colegas que brincavam. Mas uma menina já bastante crescida, disse-lhe:
— Tu não podes brincar connosco; és muito pequena!
                                   
Valéria sentiu-se aterrada, envergonhada e voltou para a sala sozinha e interrogou-se como poderiam elas ser tão cruéis.
Determinada, Valéria voltou ao recreio (a professora segui-a, as professoras percebem logo quando as coisas não estão bem) e pediu que a ouvissem:
- Minhas amigas quero que me ouçam, a vossa atitude não foi correcta, trataram-me com desprezo e excluíram-me das vossas brincadeiras só porque sou pequenina. Pois vim aqui dizer-vos algo muito importante, é convosco que eu quero brincar porque sois vós as minhas melhores amigas.
(De cabeças baixas ouviram-na em silêncio… a professora ouviu também.)
- "O que estão a ver é só o exterior... o mais importante é invisível" já dizia Antoine de Saint-Exupéry. O que realmente importa é o nosso interior, o tipo de meninos e meninas que somos. Se somos bons uns com os outros. Se temos a capacidade de respeitar as diferenças. Interessa é a nossa capacidade de dar aos outros, quer seja um sorriso, ou uma palavra bonita. O que importa é a nossa capacidade de dar a mão!
(Valéria voltou para a sala, o recreio tinha terminado…)
As colegas entraram na sala, abraçaram-na e pediram-lhe muitas desculpas. Foi um gesto muito simples mas muito bonito que encheu Valéria de felicidade.
Talvez tenha sido nessa mesma tarde que se deu conta de que o cão se tornara demasiado sereno e a boneca demasiado velha. Correu para casa com o seu coração cheio de confiança.
Em casa continuou a ler tudo o que encontrava: jornais, revistas, e muitos livros sobre ecologia. A mãe tinha mesmo de se impor para que ela apagasse a luz à noite. Nos livros, a Valéria descobria um mundo cheio de pesadelos, como os das Actualidades, mas nesse dia descobriu um mundo cheio de sonhos e de esperança.

                              
“Salve o Planeta Terra!
Ecologia é o estudo das relações dos seres vivos (plantas, animais, seres humanos) entre si e com o meio ambiente. É através da Ecologia que aprendemos a lidar com o meio ambiente, preservar o nosso planeta, cuidar dos animais, economizar agua, etc. Muitos adultos não se preocupam com o meio ambiente, e as crianças podem dar bons exemplos, aprendendo desde pequeninos a preservar o planeta que é delas; com isso elas estarão a cuidar do próprio futuro. O planeta tem enfrentado muitos problemas de aquecimento, destruição florestal, instabilidades climáticas, tudo por irresponsabilidade do ‘Homem’, e se não cuidarmos dele, num futuro próximo ele poderá não mais existir. Por isso é importante a consciencialização das crianças para um mundo melhor e mais puro!!”


Valéria sentiu-se tão confiante… que na manhã seguinte acordou a cantar. Ainda em camisa de dormir e descalça, foi até à janela, (aberta para o Sol) e gritou:
— Quero crescer, ouviste SOL, QUERO CRESCER!!

                    

Eufórica e ainda descalça correu pelo jardim… atrás das borboletas e dos pássaros… rebolou na relva, subiu às árvores, chamou a chuva, o vento, de novo o Sol, ela corria sem parar… e exclamava:
                
— Quero crescer, quero crescer!! Quero crescer saudável!!!
As aulas estavam prestes a começar, Valéria voltou para casa mas, quando quis vestir-se, deu conta que os sapatos já não lhe serviam. Enfiou-se a custo no vestido, que rebentou pelas costuras, que lhe ficava ridiculamente curto. VALÉRIA TINHA CRESCIDO!
A mãe, espantada, ao vê-la desatou a gritar e caiu em cima do cão. E todos reagiram como quando a Valéria deixara de crescer, porque ambas as situações eram igualmente inexplicáveis.
Valéria tentou compensar o tempo perdido, tornando-se uma bela menina, mais feliz e determinada. Como havia reencontrado o seu caminho, agora via tudo com mais clareza.
De regresso à escola, (e com a autorização da professora) propôs uma aula de ecologia aos seus amigos:
- E nós podemos e devemos agir! Querem começar já hoje a salvar o nosso Planeta Azul?
Ela tinha um Segredo na Palma da Mão, há muito tempo guardado no seu coração...
(Ela iria aparecer no grande ecrã, como o das Actualidades)
Valéria agitará uma varinha mágica sobre todo o mundo!!!

Paul Éluard
L’enfant qui ne voulait pas grandir
Paris, Pocket Jeunesse, 1999
(tradução e adaptação)
Adaptado pelos esqueirinhos, 2009
EB1 de Esqueiros, Vila Verde

 



publicado por esqueirinhos às 18:41
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Terça-feira, 16 de Março de 2010
Senhor “Inspector” visitou a Escola de Esqueiros

O Senhor “Inspector”, na tarde da última quarta-feira, visitou a EB1 de Esqueiros,

perante o entusiasmo de dezenas de crianças, que o rodearam de forma entusiástica, entoando canções e as suas danças preferidas.

O Senhor “Inspector” manifestou orgulho pelo trabalho desenvolvido nesse estabelecimento de ensino, completamente encantado com os sorrisos que se trocavam àquela hora, no recreio.

"Um dia sem rir, é um dia desperdiçado!!"

(Charles Chaplin)

 

Hoje, o contador contou 535 visitas!

        (imagem 00:00)

 



publicado por esqueirinhos às 23:00
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Quarta-feira, 10 de Março de 2010
"A menina do mar" de Sophia de Mello Breyner

Com “a menina do mar” aprendemos o valor da amizade.

Era uma vez um menino que ia sempre à praia.
Um dia, o menino ouviu uns barulhos atrás de uma rocha.
Era a Menina do Mar, um caranguejo, um polvo e um peixe.
Ficaram todos amigos!
Falaram, brincaram, passearam,
à beira mar...
Os dias foram passando,
E todos os dias se encontravam…
Cada dia estavam mais amigos!!
O menino convidou-a para ir visitar a terra.
Ele mostrou muitas coisas da terra.
Mas um dia, a malvada da Raia Gigante,
Quis separá-los…
Apareceram muitos polvos e eles tentaram fugir.
Os polvos faziam muito mal, mas o menino não largava a menina.
O menino caiu e adormeceu e a menina desapareceu.
O menino acordou numa rocha com marcas das ventosas dos polvos.
Passaram dias e dias e o menino voltava sempre à praia,

mas nunca mais viu a menina e os seus três amigos.

Chegou o Inverno,
O menino viu uma gaivota
que trazia no bico uma poção,
para o menino se transformar em Menino do Mar.
Ele bebeu, e durante dias e noites viajou no mar.
E finalmente chegou,
à ilha onde a Menina do Mar estava.
Eles agora podiam ficar sempre juntos.
E assim aconteceu.
Nunca mais se separaram. 
 

PNL 4º ano

 



publicado por esqueirinhos às 00:00
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Aquele sorriso lindo visitou Esqueiros!!

Professora Elisabete matou saudades dos "esqueirinhos" A sua chegada foi uma festa!!

A Elisabete foi prof. desta escola no ano anterior

 



publicado por esqueirinhos às 21:13
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
História do projecto da escola!

"A criança que não queria crescer"

Introdução:

         Valéria vivia numa terra de sonho, (em Esqueiros) num jardim encantado, onde as plantas, os pássaros, as águas e os meninos como ela eram felizes. Valéria era uma menina muito pequenina e cheia de vida. Falava com os peixes, dançava com as borboletas, corria com os pássaros… e cheirava tão bem; como os frutos maduros. Um dia, ela decidiu que não queria crescer mais, porque se apercebeu que o nosso Planeta está doente por causa dos erros que os adultos cometem. Ao fim de algumas aventuras, ela muda de opinião e decide crescer e agir para salvar o Planeta Azul. Uma corrente de solidariedade é iniciada por Valéria na escola de Esqueiros e levada aos meninos da cidade de Braga, de Portugal, da Europa, do Mundo inteiro (até aos EUA e à China). Quando os homens e mulheres de todo o mundo ouvirem a mensagem da Valéria… podem imaginar como ficarão?

 

                                                         

A mãe da Valéria muitas vezes punha-se a observá-la… e com muito orgulho pensava:
- A minha pequenina parece uma princesa!
Para ela, uma princesa era uma menina vestida de azul, que fazia o que queria num jardim onde as flores são sempre belas e os frutos sempre maduros. E Valéria era uma menina feliz: o sol do amor da mãe fazia-a viver num jardim sempre cheio de flores e de frutos.
                               
Valéria tinha uma boneca muito pequenina, mas muito bonita, que fechava e abria os olhos. Também tinha um cão a quem por vezes batia, mas ele nem sequer se zangava.
Pela manhã, acordava sempre bem-disposta, tomava o pequeno-almoço e já com o corpo cheio de vitaminas ia para a escola. À tardinha, Valéria fazia os deveres na cozinha bem aconchegante. O cão dormia a seus pés, resmungando de vez em quando e agitando as patas, como se estivesse a correr em sonhos. À noite, tinha um segredo para a sua boa disposição, lavava os dentes, e sempre à mesma hora ia para a caminha ler um livro antes de adormecer.

         Um dia, levaram a Valéria ao cinema ver um filme a cores. Talvez fosse A Gata Borralheira ou A Bela Adormecida. Não me recordo. Só sei que antes do filme mais longo, passaram um outro, mais curto. Era estranho e horrível, e chamava-se ACTUALIDADES.

         Valéria no ecrã viu os perigos que o Planeta Terra atravessa… a poluição, os incêndios, a falta de água… homens a tentarem sobreviver a cheias, viu casas a desmoronarem-se em chamas, uma menina a chorar no meio dos destroços… viu animais a morrer cruelmente…

         Valéria foi levada para casa e como não quis jantar deitaram-na na cama com a sua bela boneca. Mas nada nem ninguém podia desfazer aquelas imagens da memória e ela chorou toda a noite…

         A partir daquele dia, Valéria não foi mais a mesma. A mãe via-a a emagrecer e a enfraquecer e todo o seu amor era impotente perante a tristeza da menina. Valéria não esquecia as faces tristes das crianças do ecrã. Às escondidas, lia os jornais que contam as histórias tristes do nosso Planeta Azul. Da biblioteca trazia dezenas de livros sobre as problemáticas do ambiente. Procurou informar-se sobre alguns temas: a destruição da camada de ozono, o aquecimento global, as alterações climáticas, falta de água, o desaparecimento de florestas e de algumas espécies de animais…

                                               

Valéria percebeu que esta é uma realidade preocupante e ficou muito triste… percebeu também que é o “homem” o grande causador destes problemas e se todos continuarem a agir de igual modo… não haverá mais jardins encantados (igual ao dela) onde as crianças brincam como princesas.
Durante semanas a fio, Valéria deixou a boneca no berço com os olhos fechados. O cão queria brincar com ela, mas a menina acariciava-o com um ar distraído. Quando o animal via os seus olhos tristes (os cães sabem ler os olhos), ia deitar-se, escondido, num canto.                                                       
Chamaram o médico, que examinou longamente Valéria e declarou que a menina não estava doente. Precisava apenas de se distrair. Mas é bem difícil distrair uma menina que não se interessa por nada. Sempre que lhe faziam uma pergunta, Valéria respondia:  
— Não quero crescer, não quero crescer! Não quero ser adulta!
Ninguém compreendia. Em geral, todas as meninas querem crescer. Ninguém percebia do que Valéria tinha medo… O que Valéria queria, era refugiar-se no jardim da sua infância.   
O Verão passou, e as aulas iam começar. A mãe de Valéria esperava que a escola devolvesse de novo a sua filha, mais feliz e alegre como sempre foi. Começou a preparar as roupas de Inverno, mas deu-se conta de que não seriam precisos arranjos ou roupas novas. Valéria DEIXARA DE CRESCER.
A mãe, aflita, media a filha todos os meses. Mas a menina nunca ultrapassava a marca da Primavera anterior, a marca que tinha sido feita no dia do seu aniversário. Todos estavam aterrados. Apenas Valéria se sentia encantada. Queria tanto deixar de crescer! Tinha-o pedido aos pássaros, às nuvens, às borboletas.
       
E o seu desejo tinha sido satisfeito: não mais deixaria o seu jardim encantado. Tinha pena de não estrear vestidos novos, mas o que era isso comparado com ficar pequenina para sempre, bem junto da mãe, do cão e da boneca?
Os meses passaram e as pessoas habituaram-se a ver a Valéria sempre pequenina (as pessoas habituam-se depressa com o que acontece aos outros).
                                 
Durante um ano, dois anos, três anos, nada mudou. Valéria lia, lia muito. O cão tornou-se mais sossegado, um pouco menos brincalhão (três anos na vida de um cão notam-se bem), e a boneca, à força de ser tantas vezes vestida e despida, ficou com os braços um pouco descolados. A acácia do pátio tinha crescido tanto que a Valéria via os seus ramos da janela do quarto. A mãe tinha-se resignado a ter uma filha que já não cresceria. Mas o sonho de todas as mães não é ter filhos que cresçam?
Um dia, no recreio da escola, Valéria quis juntar-se a um divertido grupo de colegas que brincavam. Mas uma menina já bastante crescida, disse-lhe:
— Tu não podes brincar connosco; és muito pequena!
                             
Valéria sentiu-se aterrada, envergonhada e voltou para a sala sozinha e interrogou-se como poderiam elas ser tão cruéis.
Determinada, Valéria voltou ao recreio (a professora segui-a, as professoras percebem logo quando as coisas não estão bem) e pediu que a ouvissem:
- Minhas amigas quero que me ouçam, a vossa atitude não foi correcta, trataram-me com desprezo e excluíram-me das vossas brincadeiras só porque sou pequenina. Pois vim aqui dizer-vos algo muito importante, é convosco que eu quero brincar porque sois vós as minhas melhores amigas.
(De cabeças baixas ouviram-na em silêncio… a professora ouviu também.)
- "O que estão a ver é só o exterior... o mais importante é invisível" já dizia Antoine de Saint-Exupéry. O que realmente importa é o nosso interior, o tipo de meninos e meninas que somos. Se somos bons uns com os outros. Se temos a capacidade de respeitar as diferenças. Interessa é a nossa capacidade de dar aos outros, quer seja um sorriso, ou uma palavra bonita. O que importa é a nossa capacidade de dar a mão!
(Valéria voltou para a sala, o recreio tinha terminado…)
As colegas entraram na sala, abraçaram-na e pediram-lhe muitas desculpas. Foi um gesto muito simples mas muito bonito que encheu Valéria de felicidade.
Talvez tenha sido nessa mesma tarde que se deu conta de que o cão se tornara demasiado sereno e a boneca demasiado velha. Correu para casa com o seu coração cheio de confiança.
Em casa continuou a ler tudo o que encontrava: jornais, revistas, e muitos livros sobre ecologia. A mãe tinha mesmo de se impor para que ela apagasse a luz à noite. Nos livros, a Valéria descobria um mundo cheio de pesadelos, como os das Actualidades, mas nesse dia descobriu um mundo cheio de sonhos e de esperança.

                                        
          “Salve o Planeta Terra!
         Ecologia é o estudo das relações dos seres vivos (plantas, animais, seres humanos) entre si e com o meio ambiente. É através da Ecologia que aprendemos a lidar com o meio ambiente, preservar o nosso planeta, cuidar dos animais, economizar agua, etc. Muitos adultos não se preocupam com o meio ambiente, e as crianças podem dar bons exemplos, aprendendo desde pequeninos a preservar o planeta que é delas; com isso elas estarão a cuidar do próprio futuro. O planeta tem enfrentado muitos problemas de aquecimento, destruição florestal, instabilidades climáticas, tudo por irresponsabilidade do ‘Homem’, e se não cuidarmos dele, num futuro próximo ele poderá não mais existir. Por isso é importante a consciencialização das crianças para um mundo melhor e mais puro!!”


Valéria sentiu-se tão confiante… que na manhã seguinte acordou a cantar. Ainda em camisa de dormir e descalça, foi até à janela, (aberta para o Sol) e gritou:
— Quero crescer, ouviste SOL, QUERO CRESCER!!

                              

Eufórica e ainda descalça correu pelo jardim… atrás das borboletas e dos pássaros… rebolou na relva, subiu às árvores, chamou a chuva, o vento, de novo o Sol, ela corria sem parar… e exclamava:
                          
 — Quero crescer, quero crescer!! Quero crescer saudável!!!
As aulas estavam prestes a começar, Valéria voltou para casa mas, quando quis vestir-se, deu conta que os sapatos já não lhe serviam. Enfiou-se a custo no vestido, que rebentou pelas costuras, que lhe ficava ridiculamente curto. VALÉRIA TINHA CRESCIDO!
A mãe, espantada, ao vê-la desatou a gritar e caiu em cima do cão. E todos reagiram como quando a Valéria deixara de crescer, porque ambas as situações eram igualmente inexplicáveis.
Valéria tentou compensar o tempo perdido, tornando-se uma bela menina, mais feliz e determinada. Como havia reencontrado o seu caminho, agora via tudo com mais clareza. 
De regresso à escola, (e com a autorização da professora) propôs uma aula de ecologia aos seus amigos:
- E nós podemos e devemos agir! Querem começar já hoje a salvar o nosso Planeta Azul?
 Ela tinha um Segredo na Palma da Mão, há muito tempo guardado no seu coração...
(Ela iria aparecer no grande ecrã, como o das Actualidades)
Valéria agitará uma varinha mágica sobre todo o mundo!!!

Paul Éluard
L’enfant qui ne voulait pas grandir
Paris, Pocket Jeunesse, 1999
(tradução e adaptação)
Adaptado pelos esqueirinhos, 2009
EB1 de Esqueiros, Vila Verde

 



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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
A Amizade

O que importa é...

- O que é que “estar preso” quer dizer?
- Vê-se logo que não és de cá - disse a raposa. - De que é que tu andas à procura?
- Ando à procura dos homens - disse o principezinho. - O que é que “estar preso” quer dizer?
- Os homens têm espingardas e passam o tempo a caçar - disse a raposa. - É uma grande maçada! E também fazem criação de galinhas! Aliás, na minha opinião, é a única coisa interessante que eles fazem. Andas à procura de galinhas?

- Não - disse o principezinho. - Ando à procura de amigos. O que é que “estar preso” quer dizer?

- É uma coisa que toda a gente esqueceu - disse a raposa. Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.

- Laços?

- Sim, laços - disse a raposa. - Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo... (...)

A raposa calou-se e ficou a olhar muito tempo para o principezinho.

- Por favor... Prende-me a ti! - acabou finalmente por dizer.

- Eu bem gostava - respondeu o principezinho - mas não tenho tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer...

- Só conhecemos as coisas que prendermos a nós - disse a raposa. - Os homens, agora, já não tem tempo para conhecer nada. Compram as coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!

- E o que é preciso fazer? - perguntou o principezinho.

- É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto...

O principezinho voltou no dia seguinte.

- Era melhor teres vindo à mesma hora - disse a raposa. Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade!

Antoine de Saint-Exupéry, O Principezinho.

O que significa este prender?

Para se ser amigo temos que nos prender à outra pessoa? É verdade! Sabem o que significa este prender?

Significa ter atitudes que nos aproximem. Só é amigo aquele que sabe respeitar!

Só permito que alguém se prenda a mim se esse alguém  me souber respeitar, se isso não acontecer, vou ficando triste e vou-me afastando... a distância será tanta que depois será impossível prender-me. É assim que se ganha ou perde um amigo!

Usando este excerto do Principezinho proponho um pequeno debate sobre A AMIZADE e até vos deixo algumas questões:

- O que é ser amigo?

- O que é isso de respeitar?

- Quais devem ser os comportamentos para garantirem uma amizade?

- O que devo evitar para não deixar "fugir" um amigo?

- Será que por vezes não deixamos os nossos amigos tristes? Porquê?

 

(Comentário do pai da Magui)

 



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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009
O Pequeno Trevo - Somos Iguais, Diferentes

Hoje comemora-se o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Vou contar-vos uma história de um pequeno trevo que nasceu diferente… em vez de três folhas, tinha quatro e vivia muito triste… Como era diferente… todas as pessoas o olhavam com desprezo e ninguém queria ser seu amigo... Não tinha ninguém com quem brincar… até que um dia apareceu um menino que o abraçou COM PAIXÃO.

É uma história muito bonita que permite mostrar que todos somos iguais, embora diferentes. Diferentes no aspecto, mas iguais a necessitar de afectos.  Por isso, peço-te, não ignores quem é diferente de ti!

Faz como o menino, abraça quem é diferente, com muita Paixão!! 

                           Há certos gestos que não têm preço!!!

 

Em vez de três folhas,
Tinha quatro e um coração carente
Toda a gente olhava com desprezo,
Sem coragem para o encarar
Estava triste por não ter amigos,
Com quem brincar.

 

Somos iguais, diferentes. Não nos interessa, o aspecto. Queremos que o mundo inteiro, dê ao trevo muito afecto. Somos iguais, diferentes. Não nos interessa, o aspecto. Queremos que o mundo inteiro, dê ao trevo muito afecto.

 

O único amigo que lhe dava atenção
E carinho, era o vento.
Os outros que olhavam
Sem um gesto nem uma palavra,
Dói por dentro.
Mas um dia passou um menino
E abraçou o trevo com paixão,
certos gestos que não têm preço
"o dar a mão".

 

 Pequenos Gestos, Grandes Sorrisos


Vídeo musical integrado no DVD “O Pequeno Trevo”. Iniciativa de solidariedade com o objectivo de apoiar a APPC de Leiria e que teve a participação especial de João Portugal e Carlos Alberto Moniz.

 

Comentários:

À nossa família pareceu importante lembrar, neste dia, a linda história de Saint-Exupéry, "O Principezinho". Num momento da história diz-se: - "o que estou a ver é só o exterior... o mais importante é invisível". Vocês também acham isso? Será que é importante o aspecto? A cor da pele? O ter um problema físico?
O que realmente importa é o nosso interior, o tipo de meninos e meninas que somos. Se somos bons uns com os outros. Se temos a capacidade de respeitar as diferenças. Interessa é a nossa capacidade de dar aos outros, quer seja um sorriso, ou uma palavra bonita. O que importa é a nossa capacidade de dar a mão!
Abreijos

Margarida Graça e pais

 

Olá sorrisos, sabem eu quando andava a estudar tinha na minha turma uma menina que era cega, chamava-se Marinha, eu andei a estudar com ela durante 3 anos no 7º,8º e 9º. No principio metia-nos muita confusão estar nas aulas e ouvir a máquina de escrever, ela escrevia com símbolos, mas com o tempo fomo-nos habituando e começámos a entender que ela era exactamente como nós, conseguiu ser a melhor amiga de todos os alunos da turma, na ginástica quando corríamos dávamos-lhe a mão para ela correr também. Sabem aprendemos a lidar com a diferença que ela tinha e a gostar dela tal como ela era, mesmo sendo diferente conseguiu ser melhor do que nós. Ainda hoje me lembro dela com muito carinho, era uma pessoa muito especial. Beijinhos

Carla, mãe do César

 



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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
A Juliana está doente e enviou um mail especial!

A minha Mami é a mãe melhor do mundo!

A minha Mami é a mãe mais simpática, mais carinhosa, mais amiga, mais doce. Ela faz tudo para eu ser feliz e dá-me todo o apoio que eu preciso na escola, em casa e em todo lado.

Quando eu estou doente a minha princesinha Mami cuida de mim. Ela deixa-me dormir com ela. Ela é muito minha amiga.

Sempre que eu vou comer a casa, a minha mãe faz-me a minha comida preferida. Ela brinca comigo em casa.

A minha Mami é muito vaidosa e eu vou aprendendo com ela.

Eu gosto muito dela porque, ela ajuda-me nos trabalhos de casa, se eu tiver uma dúvida ela ajuda-me, e às vezes, também me dá uns raspanetes.

A minha princesinha Mami faz os possíveis para eu ter tudo. Eu tenho uma família muito feliz.

Eu na escola tenho andado triste porque, me lembro da minha mãe e depois tenho saudades dela e choro.

A minha princesa Mami faz-me muito feliz eu adoro-a. Ela é a mãe melhor do mundo.

(Juliana, mensagem enviada por mail)

 

Nós somos crianças, por isso temos o direito de dizer aquilo que pensamos...

 

                                                       Conhece os teus Direitos

 

 



publicado por esqueirinhos às 19:17
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