Numa visita de estudo, os alunos da EB1 de Esqueiros descobriram as tradições e a riqueza do artesanato de Vila Verde!
Os tradicionais Lenços de Namorados de Vila Verde
(Bordados pelas mulheres da região desde o século XVIII para oferecer a eventuais pretendentes, os quais tinham de os usar em público para mostrar que retribuíam o interesse. Destaque do papel da Aliança Artesanal na sua divulgação e promoção.)

Cestaria de Lanhas: trabalhos em vime são também muito apreciados.

Fábrica de brinquedos em Lanhas.

No dia 9 de janeiro, todas as turmas da EB1 de Esqueiros realizaram uma visita de estudo à Aliança Artesanal de Vila Verde, à cestaria de Lanhas e à oficina de brinquedos de madeira também em Lanhas.
Quando chegámos à Aliança Artesanal de Vila Verde, uma senhora estava à nossa espera, que se chamava Gorete, que nos acompanhou e que nos contou uma história dos lenços de namorados. Vimos diversos adereços muito bonitos, com o motivo dos lenços de namorados, assim como a louça decorativa.
A seguir, fomos ver as bordadeiras a bordar os lenços, usando muitas cores e muitos pontos. Quando saímos da Aliança Artesanal fomos lanchar.
Depois, chegou a camioneta e fomos à Cestaria de Lanhas. Na Cestaria vimos vários funcionários a fazer cadeiras e cestos de madeira. Como recordação desta cestaria de Lanhas trouxemos uma fita de madeira oferecida por uma das trabalhadoras de lá.
Logo de seguida, fomos ver os brinquedos de madeira, do senhor Joaquim Marques de Lanhas. Vimos vários brinquedos desde as bonecas tradicionais até piões.
Depois de visitarmos estes três locais fomos para a nossa escola. Todos gostámos muito destas visitas.
Alunos 4º ano
Celebrámos mais um ano, o dia de Reis!!
Como manda a tradição os alunos do J.I. e EB1 de Esqueiros saíram à rua e deram "vida" à aldeia com melodias típicas do dia de Reis.
De porta em porta cantámos, convivemos e mantivemos vivo o verdadeiro espírito dos reis magos, o espírito de solidariedade e da amizade.
Em todos os locais por onde passámos proporcionámos momentos de muita alegria e desejámos a todos um bom ano 2012.
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No âmbito do projeto da escola, “Saberes e Sabores da Nossa Terra” os alunos elaboraram uma história, recolhendo informações junto dos mais velhos.
Com a Valéria vamos conhecer e divulgar!! Sigam-na!!
Título: "Caixinha de Recordações” 
A escola estava em grande alvoroço naquele dia, era a Feirinha dos Sabores em Esqueiros. Alunos e professoras, muito atarefados, preparavam tudo para receber os convidados… pais, mães, avós e muitos amigos.
O ambiente era de grande animação! Ouvia-se a música de concertina e alguns dos convidados acompanhavam com cantares de antigamente. No ar sentia-se um cheirinho especial, era o cheirinho das coisas boas que todos tinham trazido para vender na feirinha. Muitos doces de vários sabores, a doce marmelada, broa quentinha, os frutos secos como as nozes, os legumes lá dos quintais, as frutas da época, bem madurinhas e castanhas, muitas castanhas!
No meio daquela euforia, algo chamou a atenção das pessoas. Era a Valéria! Ela vinha no seu tapete mágico a sobrevoar a escola. As suas cores garridas e desenhos deixavam pelo céu um rasto colorido, tal como um arco-íris.
Os Esqueirinhos saltaram de alegria e gritaram:
- Valéria! Valéria!
Ela aterrou bem no meio do pátio da escola e logo todos os meninos a rodearam… é que o seu tapete despertava grande curiosidade. Todos faziam perguntas ao mesmo tempo… que grande confusão!
- Valéria, andas a viajar num tapete voador? - perguntou o João.
A Valéria lá foi então explicando que o seu tapete afinal não era bem um tapete, mas sim um grande Lenço de Namorados oferecido por uma senhora de Vila Verde e que ela com a sua magia o fazia voar.
Valéria explicou aos meninos o que era um Lenço de Namorados e foi como se abrisse uma caixinha de recordações… E eles com os olhos bem abertos ouviam-na atentamente.
Uma simpática senhora que fora visitar a Feirinha dos Sabores, não conseguiu deixar de ouvir a conversa, foi-se aproximando daquele grupo sentado em volta da Valéria. Era uma senhora com rugas bem marcadas na sua pele, cabelo grisalho, vestida de escuro, com uns olhos verdes muito brilhantes. Ao ouvir a Valéria ela ia abanando com a cabeça concordando com o que ela dizia. Os meninos convidaram-na a juntar-se a eles. A avó Violeta logo saltou para o meio e começou a falar com grande entusiasmo:
- Sabem meninos… no meu tempo, as moças faziam lindos lenços como este. Depois de fazerem os seus trabalhos no campo, à noite, à volta da lareira, as meninas que estavam em idade de casar, bordavam os seus lenços, com alguns versos de amor, que depois ofereciam a um rapaz. Eram bons tempos aqueles… - relembrava a avó Violeta com um sorriso nos lábios.
A Lara colocou o dedo no ar e falou:
- A minha avó já me contou essa história, o lenço começou por fazer parte do traje feminino, usado como adorno. Mais tarde passou a ser usado como forma de conquistar o homem amado, pois era num lenço de linho fino que as mulheres bordavam as dedicatórias de amor, para depois entregar ao seu apaixonado. Se esse homem o usasse publicamente significava que queria namorar com essa rapariga, e se não o usasse é porque não queria.
- Muito bem, era isso mesmo.
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A avó Violeta sentiu-se muito bem, pois apesar da sua idade estava a divertir-se muito com os pequenitos, a partilhar o que sabia e o que viveu noutros tempos. E continuou:
- Mas não pensem que só se bordavam os lenços! Não, não… Cada moça fazia o seu enxoval, bordava a sua roupa e trabalhava o linho. Antigamente semeavam o linho para depois o colher, malhar, fiar e tecer, para depois bordar e vender, sendo muitas vezes o único sustento da casa. Mas, nós por aqui gostávamos muito de desenhos coloridos, tantas vezes eu bordei florinhas, pombinhas e corações e pelo meio lá escrevia umas coisitas… com alguns erros pois então, é que eu não andei muito tempo na escola!
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- Porque é que esses lenços são escritos com erros ortográficos? - perguntou o Francisco.
- Isso tem a ver com a época em que começaram a ser feitos. Nessa altura nem todas as pessoas tinham acesso à escola e a maior parte das bordadeiras eram analfabetas, tinham muito pouca escolaridade e davam muitos erros. Quando se começou novamente a dar importância a esses bordados procurou-se manter a tradição, nomeadamente os erros ortográficos. Para parecer mais antigo, percebes? - explicou a avó.
- E só havia lenços destes em Vila Verde? - perguntou o Primo.
- Não, também existiam alguns no Douro Litoral, Trás-os-Montes, Beira Alta, Estremadura, Alentejo e Açores. Mas no Minho, e mais concretamente em Vila Verde, foi onde se encontrou o maior número de lenços. Daí ter sido a Aliança Artesanal a ficar com a concessão deste produto, de forma a salvaguardar o nosso artesanato como património cultural. - respondeu a avó Violeta.
O avô do Daniel, o Sr. Veloso, lá do fundo do recinto chamou:
- Valéria, seja bem vinda a Esqueiros, já ouvi falar muito de si, venha, junte-se a nós. Aqui nesta feira tem muitos produtos da nossa terra, cultivados ou confecionados cá, como as batatas ou a marmelada. Mas existem outros que a menina também deveria gostar de conhecer e provar!
- Ai sim! E quais são esses produtos? – perguntou a Valéria.
- Temos por exemplo os frangos caseiros, que fazem um arroz pica no chão muito bom e que é muito apreciado. Os ovos caseiros que os meninos também têm aqui para vender, dão para fazer um pudim maravilhoso, que se chama pudim Abade de Priscos. – disse o avô Veloso.
- Hummm que maravilha! Como eu gostava de provar todas essas delícias! - disse a Valéria.
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E foram conversando sobre os diferentes e deliciosos pratos típicos da nossa região, como as papas de sarrabulho acompanhadas pelos rojões, arroz pica no chão, o caldo verde acompanhado com broa de milho, o cozido à portuguesa, o cabrito assado, as pataniscas, e muitos outros petiscos que nos deliciam, e que fazem recordar os tempos de antigamente.
- Sabem meninos, no meu tempo não existia a fartura de agora. Era tudo diferente até a forma de cozinhar, pois era tudo feito na lareira e tinha outro paladar. - comentou a avó.
- Ó avó Violeta, você tem saudades do seu tempo de antigamente? - perguntou a Margarida.
- É assim, eu tenho saudades de algumas coisas de antigamente. Não é de tudo, porque não tenho saudades nenhumas do tempo em que havia pouco para comer. Mas tenho muitas saudades dos trabalhos do campo que se faziam com muita gente e do tempo que havia para conversar. - respondeu a avó.
A avó Violeta acrescentou:
- Ai, ai… tenho boas recordações! Na minha juventude, as pessoas juntavam-se no campo para se ajudarem umas às outras nos trabalhos agrícolas e cantavam músicas alegres enquanto trabalhavam, acompanhadas pelas concertinas, o que tornava o trabalho mais leve e mais alegre.
- Ó avô Veloso, como eram passados os vossos tempos livres? – perguntou a Inês Mota.
- Nessa altura tínhamos que ter arte e o engenho para criar coisas novas. Para nos divertirmos inventávamos jogos, brincadeiras e muitos brinquedos para os filhos, que nada têm a ver com os de hoje. Ocupávamos os nossos tempos livres a conversar uns com os outros, ou então com jogos que implicavam o convívio com outras pessoas, como o jogo do saco, do espeto, a fisga, a macaca, a malha ou o pião. – recordou o avô Veloso.
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- Não existiam os computadores como hoje, que apesar de serem úteis, levam as pessoas a ficar mais sozinhas e a não conviverem como antigamente. Há que ter limites, não acham? - questionou a avó.
Todos sorriram sem responder, pois todos sabem que é verdade!
Depois de ouvir com muita atenção todas as explicações, a Soraia perguntou timidamente à avó Violeta:
- Nunca saíam para passear?
A avó sorriu achando piada à pergunta e respondeu:
- Claro que sim! Corríamos todas as romarias à procura de bailarico. Onde se ouvisse uma concertina lá estava eu para cantar e dançar. Era uma alegria!
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A avó recordou as festa e romarias que existiam na sua juventude e todos falaram das maiores romarias do concelho de Vila Verde que ainda hoje existem, embora com menos frequentadores do que antigamente, como é o exemplo da romaria da Srª do Alívio e do Stº António.
- Eu gosto é de ouvir os foguetes a rebentar! - dizia o Jorge.
- Eu gosto é de ver a procissão e os figurantes! - comentava a Maria.
- Já eu prefiro ouvir as fanfarras a tocar e os bombos a ribombar! - dizia entusiasmado o Hugo.
- Pois eu, adoro ver e participar nas rusgas do Stº António. - afirmava a Inês.
Entretanto, nesse preciso momento, em que todos estavam entusiasmados a comentar o que mais gostavam, parece ouvir-se alguns foguetes… sinal de festa na região.
A Valéria convida os Esqueirinhos para uma aventura e com um toque de magia torna aquele seu “lenço voador” ainda maior e todos os Esqueirinhos se sentam em cima dele.
- Hoje é dia de festa em Vila Verde, é a Festa das Colheitas! Vamos todos para lá, para nos divertirmos e revivermos os tempos da avó Violeta! – gritou a Valéria.
- Viva!!!!! Vamos lá festejar! Vamos para o bailarico! - acrescentou o Daniel com o seu ar atrevido.
A pouco e pouco foram subindo, mais alto e mais alto… já lá em cima todos gritavam:
- Hoje há festa em Vila Verde! Viva a Valéria, a nossa amiguinha!!
O lenço foi pairando pelo ar seguindo o som da música. Já em Vila Verde, ouviam-se cantares ao som de muitas concertinas. Entre um amontoado de gente que se via lá em baixo… os Esqueirinhos conseguem ver um grupo trajado de forma bem diferente do habitual. Roupas de outras épocas talvez, saias compridas, lenços na cabeça, coletes coloridos e alguns com instrumentos, alfaias agrícolas e cestinhos com produtos da terra. Era um rancho folclórico que se preparava para dançar nas festas da vila.
O grande Lenço de Namorados transformou-se no palco da festa, desceu e deixou os Esqueirinhos participarem dançando e cantando.
A Valéria fez as apresentações:
- Senhores e senhoras, apresento-vos a escola mais animada do concelho, os Esqueirinhos!

E sacando da sua varinha mágica do bolso, Valéria fez com que todos ficassem vestidos com trajes de rancho folclórico e começaram a dançar como verdadeiros profissionais, enquanto o Jorge Rocha dizia:
- Mauro, põe a música a bombar!!! Vamos lá dançar!!!
Aquele dia ia certamente ficar na memória de todos, pois em festa começou e em festa terminou. Desde a feirinha dos sabores, passando pelas histórias da avó Violeta e do avô Veloso, até à festa final em Vila Verde, tudo foi importante para descobrir um pouco da história da Nossa Terra, que queremos agora, com esta história a todos divulgar…
História elaborada pelos alunos, EB1 de Esqueiros, Janeiro 2012
Alunos e pais foram os protagonistas da festa
Como manda a tradição, realizou-se no passado dia 16, a tradicional festa de Natal. A sala ficou repleta de alunos, pais, familiares e amigos que não deixaram de estar presentes neste dia. Os alunos foram os primeiros protagonistas, ouvindo-se canções, teatros, poesias, danças e até mesmo uma representação do folclore minhoto. Os pais, também estes protagonistas, subiram ao palco e brilharam, representando peças de teatro, encantando todos os presentes.

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Os pais subiram ao palco e brilharam...

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No final foram distribuídas prendas aos alunos, oferecidas pela Junta de Freguesia. Foi uma manhã maravilhosa. Muito obrigado a todos!!
Os + novos dão continuidade à tradição, Esqueiros Vila Verde

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16-12-2011 - Esqueiros - Vila Verde - Braga
Drª Júlia Fernandes, a mensageira do Pai Natal

Num gesto simpático, a Drª Júlia Fernandes, Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Vila Verde, veio à nossa escola oferecer uma prendinha do Pai Natal. Humm!! Luvas quentinhas e vermelhinhas!!
Que alegria!
Os Esqueirinhos agradeceram com satisfação o presente, e um dos alunos questionou: “Porquê será que o Pai Natal nos dá presentes por 3 vezes: pela Câmara Municipal, na festa de Natal da escola e no dia de Natal, em nossa casa?”
É muito simples!! O Pai Natal é Amigo!!
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Mãe da Alexandra ensaia alunos para a festa de Natal

Regadinho
Água leva o regadinho
Água leva o bem regar,
Enquanto rega e não rega
Ao meu amor vou falar.
Enquanto rega e não rega
Ao meu amor vou falar,
Água leva o regadinho
Água leva o bem regar.
(…)
Agradecemos a colaboração especial desta mamã, uma "sábia" nesta arte!
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Foi muito bom aprendermos juntos!
Os Esqueirinhos são alunos da EB1 de Esqueiros, Vila Verde (Braga) e têm um projeto em mãos: “SABERES E SABORES DA NOSSA TERRA”
Bora lá: “Olhar à nossa volta - conhecer e divulgar”

Muitos Parabéns Campeões!!

Clica nos links... e continua a praticar...
Clica em F5, Jogo das Tabuadas aqui... e aqui!
Há palavrinhas mágicas que nos ajudam a viver melhor!
Há palavrinhas que são mágicas,
Que nos ajudam a viver melhor!
Já experimentaste o gostinho de dizer:
Bom dia papá, bom dia mamã,
Bom dia professora, até amanhã,
Por favor, muito obrigado,
Com licença, posso passar?
Estás triste? Brinca comigo!
Gosto muito de ti!
Não te zangues comigo, dá-me um abraço!
Um beijo mãe, um beijo pai,
Um beijo professora, um beijo avó,
Está tudo bem contigo? Boa sorte!
Estás nervoso? Vais conseguir!
Estás doente? Vais ficar bom!
Magoei-te? Desculpa!
Estas palavrinhas são mágicas!
Acredita! São pequenos gestos,
Que têm um grande poder nas nossas vidas.
Que nos ajudam a viver melhor!
(Lai Cruz)
Recebemos um convite da Junta de Freguesia de Esqueiros para estarmos presentes numa festa que aconteceu na nossa terrinha: “FESTIVAL DO SARRABULHO E DA CASTANHA EM ESQUEIROS”

O evento aconteceu entre os dias 1 e 4 de dezembro. Da animação musical à melhor gastronomia minhota, tudo servir de pretexto para a promoção das tradições locais.
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Deixamos aqui uma amostra do programa, rico e recheado de muitos sabores e saberes típicos da nossa região: Folclore na Eira e Espadelada de Linho, grupo de cantadores, as rusgas, encontro de concertinas e cantares ao desafio, jogos tradicionais, torneio da malha, almoço/convívio, “Papas de Sarrabulho, rojões e ‘farinhotes’, tripa e outros condimentos, a juntar às tradicionais pataniscas, à broa, ao presunto, moelas, regadas com vinho verde”, magusto, tendinhas com produtos locais... e algumas surpresas para as crianças, a mais apreciada foi o palhaço brincalhão que só queria apertar a mão.
Muito Obrigado, os Esqueirinhos agradecem!!

Pedro Seromenho apresentou coleção "Reciclomania"
No dia 30 de novembro, o escritor e ilustrador Pedro Seromenho esteve presente na Biblioteca Municipal de Vila Verde, com alunos de algumas escolas do 1º ciclo do nosso agrupamento.
As primeiras palavras foram proferidas pela Vereadora da Educação, Drª Júlia Fernandes, dando as boas-vindas aos meninos, apresentando de seguida o escritor Pedro Seromenho.
Pedro Seromenho apresentou aos alunos a sua mais recente coleção infantil “Reciclomania”. Esta coleção é composta por 4 livros ilustrados sobre a reciclagem, da editora Paleta de Letras.
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Os alunos tiveram a oportunidade de ouvir excertos destas histórias e estes mostraram-se bastante atentos. Tornou-se assim, um encontro divertido e animado, devido às frases recheadas de humor do autor.
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Pedro Seromenho para além de escritor é ilustrador de livros infantis e manuais escolares; é também, autor de dois blogues: Brufen 600 e Ritalina
“Cozinheiros por umas horas.”
As crianças do Jardim de Infância de Esqueiros foram “cozinheiras” por umas horas.
A mãe da Matilde, (D. La Salete) e a mãe do Simão Rodrigues (D. Armanda) vieram ao Jardim de Infância, ensinar-nos a fazer arroz de “pato”.
Foi uma manhã muito divertida na qual ajudámos a desfiar as carnes e no final o arroz estava delicioso. E para quem quiser experimentar aqui vai a receita do “Arroz de pato à moda da La Salete e da Armanda”.
Arroz de pato
Para o caldo de cozer o pato:
4 litros de água
1 cebola média
1 cenoura média
Meio alho francês
1 folha de louro
5 grãos de pimenta, esmagados; ou uma malagueta
2 colheres de chá de sal
1 pato grande ( 2 a 3 quilos )
1 chouriço
Junte todos os ingredientes numa grande panela, e adicione o pato inteiro ou partido. Deixe cozer lentamente em lume brando durante hora e meia. Retire o pato e desfie a carne enquanto coze o arroz.
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Para o arroz:
400g de arroz
1 cebola grande
Água q.b. de cozedura do pato (3 vezes o volume do arroz será adequado);
Molho de soja (opcional)
Chouriço e bacon
Azeite q.b.
Ponha o arroz num tacho, utilizando um copo graduado. Adicione agora a água da cozedura do pato. Encha o copo medidor e descarte o máximo de gordura superficial. Junte ao arroz e deixa cozer.
Aqueça o forno a 180º / 200º. Num pirex ou recipiente de ir ao forno, deite metade do arroz. Sobreponha o pato desfiado, e espalhe o restante arroz por cima, tapando o pato. Corte o chouriço em rodelas grossas e disponha no arroz. Pode juntar uma concha de água da cozedura se o arroz lhe parecer seco.
Leve ao forno a alourar. Bom apetite!
Touro amigo sai da vacaria para visitar os Esqueirinhos
Um dia os Esqueirinhos estavam no recreio e parou ao portão da escola um touro.
O touro olhou para os Esqueirinhos e disse:
- Olá rapaziada, como estão?
- Estamos bem! - responderam os Esqueirinhos.
- E o vosso blog, como está?
- Conhece o nosso blog? - perguntou a Inês Mota.
- Conheço. Sabem, é que o meu dono está sempre a falar nisso e resolvi visitar-vos para vos conhecer.
- Obrigado senhor touro, então já que está aqui vamos dizer-lhe que o nosso projeto da escola é "Sabores e Saberes da nossa terra". E como você é um "sabor", uma carne boa, vamos tirar-lhe uma fotografia, para as pessoas ficarem a conhecer um sabor de Esqueiros.
- Tens toda a razão, comigo podem fazer-se pratos típicos muito bons.
- Nós sabemos, já investigámos muito sobre isso.
- Bom Esqueirinhos, agora tenho de me ir, adeus e até à próxima.
- Adeus senhor touro! - gritaram todos os Esqueirinhos.
E assim acabou o diálogo entre o touro e os Esqueirinhos de Vila Verde.
Inês Mota, 3º ano
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Fui o vencedor no Escalão A Masculino
No dia 22 de novembro participei no Corta-Mato do Agrupamento.
Fui o vencedor no Escalão A Masculino.
No princípio estava um pouco nervoso, arranquei e fiquei logo em segundo lugar. A meio da prova, aproveitei uma descida e ultrapassei-o. Quando cortei a meta, já levava um grande avanço do miúdo que ficou em segundo lugar.
Senti-me muito importante! O público bateu-me palmas e a professora Cristina “amarrou-me” com felicidade. Mas o melhor vinha a seguir, quando recebi a medalha, nesse momento fiquei “bué” de contente e orgulhoso de mim.
Hugo Cunha Gonçalves, 4º ano
Diálogo com Assunção Esteves
Assunção Esteves é feirante
No sábado de manhã fui à feira com a minha mãe e encontrei a Assunção Esteves a vender castanhas.
Quando me viu com a minha mãe perguntou-me:
- O menino quer castanhas?
- Eu acho que a conheço da televisão!... - disse eu.
- A mim? – respondeu Assunção Esteves.
- Sim, eu já a vi na Assembleia da República.
- É verdade, mas hoje vim vender castanhas.
- Acho bem, é para saber o que custa a vida.
- Pois é, é mais difícil estar aqui na feira do que na Assembleia.
- Se me desse o seu ordenado para o meu mealheiro, é que eu ficava contente.
Ela não me respondeu e eu continuei com a minha mãe a passear na feira.
João Primo, 2º ano
No dia 18 de novembro visitámos as instalações da Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde
Tivemos duas palestras:
“A importância alimentação equilibrada”
e outra:
“Cuidados de higiene e a importância do exercício físico”
As duas palestras foram apresentadas por técnicos de saúde da casa: a Dra. Ana e o Sr. enfermeiro Carlos Pedro. Os alunos participaram com entusiasmo e alegria.
Aproveitámos ainda para conhecer todas as instalações e os inúmeros serviços que são prestados pela Santa Casa: jardins-de-infância, auditório, sala da fisioterapia, hospital, ginásio (SPA), piscina e lar de 3ª idade.
A visita contou com a presença do Sr. Provedor da Santa Casa da Misericórdia, Bento Morais (avô da Beatriz, do 4º ano) que nos acompanhou ao longo da visita com algumas explicações.
Um agradecimento a todos, pela simpatia e disponibilidade.
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O Sr. José Perez, Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Vila Verde, veio à nossa escola no dia 17 de novembro oferecer dois cestos de basquetebol e duas balizas de futebol.
Agora, a hora do recreio e da prática desportiva serão mais espetaculares.
Agora temos um campo de futebol com duas balizas, dois cestos de basquetebol e muitas brincadeiras para serem inventadas.
Obrigado Sr. José Perez!!
Pequenos gestos, grandes sorrisos!!
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Vamos produzir uma História!
Vamos “Olhar à nossa volta - conhecer e divulgar”…
Inventar uma História para descobrir e divulgar um pouco de história da Nossa Terra.
É através das histórias que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros modos de agir e de ser… desenvolver a criatividade e a reflexão!
Assim, partindo dos temas do projeto da Escola:
“SABERES E SABORES DA NOSSA TERRA”
1º Período: “Sabores da nossa terra”;
2º Período: “Arte e engenho”;
3º Período: “Vila Verde em festa”
… iniciámos esta atividade com a ajuda da Cidália Coelho (mãe da Lara). Em grande grupo, dialogámos, partilhámos ideias e demos asas à nossa imaginação…
Algumas dicas estão lançadas...
Agora… Mãos à obra... vamos ter um caminho absolutamente infinito de descobertas!!
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E não se esqueçam... Sigam a Valéria!!

Com velhos jornais, tinta e pincéis... festejámos o outono...

É outono…
Vamos fazer um painel
com tintas e um pincel,
árvores quase despidas
folhas amarrotadas,
amarelas, castanhas
e alaranjadas.
O vento a soprar
as meninas a saltar,
os meninos a assobiar
e as folhas a voar.
Alunos 2º e 3º anos
Pintámos de laranja o fundo do painel...
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Com tirinhas de jornal fizemos o tronco da nossa árvore...
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Todos ajudaram...
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O outono começa no dia 22 de setembro e acaba no dia 21 de dezembro.
Projeto da Escola: “SABERES E SABORES DA NOSSA TERRA” 1º Período: “Sabores da nossa terra”; 2º Período: “Arte e engenho”; 3º Período: “Vila Verde em festa”.
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